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A mostrar mensagens de agosto, 2015

A CONFIANÇA*

A confiança é o principal pilar da vivência em sociedade; a Justiça, a Política e a Banca deveriam ser o exemplo. Na nossa vivência social somos, diariamente, confrontados com o vocábulo: CONFIANÇA. É a confiança nas entidades públicas e privadas, nas empresas, nos amigos, na família e em todos os cidadãos que nos faz viver em sociedade. Todos dependemos uns dos outros, e essa dependência só pode ser completa se houver Confiança. Uma sociedade só será forte se os seus membros tiverem confiança nas instituições que gerem as suas vidas e daquelas de quem dependem, pessoal e profissionalmente. É por isso que, não obstante toda a tecnologia, é primordial para o bom desempenho de uma sociedade que haja uma confiança forte entre pessoas e instituições. Em tudo na vida é necessário ter-se confiança. Todavia, há três entidades que, na minha opinião, são o principal pilar da confiança da sociedade: a Justiça, a Política e a Banca. 1 – A Justiça: é consabido que uma sociedade não ...

AS FALÁCIAS SOBRE A BANCARROTA*

A Coligação de Direita e gente intelectualmente desonesta repete até à náusea a mentira de que o PS é responsável pela bancarrota, tentando transformar a mentira em verdade. Temos assistido em Portugal a uma tentativa falaciosa de imputar ao PS a responsabilidade pela vinda, por três vezes, do FMI para Portugal, e de que o Partido Socialista foi o responsável pelas três bancarrotas que dizem ter ocorrido em Portugal nos últimos 40 anos. Gente aldrabona e sem vergonha na cara, mente desbragadamente, tenta reescrever a história, procurando fazer com que uma mentira repetida muitas vezes se transforme numa verdade. Contudo, o Partido Socialista não foi o responsável pelas tais bancarrotas do País que a Coligação da Direita (PàF) tem tentado imputar ao PS. O PS viu-se obrigado a pedir ajuda externa quando chegou ao governo, nas duas primeiras vezes – 1977 e 1983 -, e na terceira porque viu a oposição em bloco chumbar na Assembleia da República – 2011 – o PEC4, programa aprovado ...

PEDRO E PAULO: DOIS “APÓSTOLOS” DA MENTIRA*

A arte da mentira e da negação está impregnada na sociedade, sendo os políticos o exemplo. Jesus Cristo quando andou pelo mundo chamou para espalharem a sua palavra 12 Apóstolos. Um, o Judas Iscariotes, a troco de trinta dinheiros, traiu-o com o beijo da morte, entregando-o aos seus inimigos. Outro dos apóstolos de Cristo, Pedro, o líder dos apóstolos, de nome próprio Simão, foi o escolhido por Cristo com a missão de dar continuidade à sua obra na terra e entregou-lhe a guarda das chaves do céu. Só que Pedro mostrou-se um cobarde e mentiroso, pois sempre cheio de “coragem” dizia a Cristo que se fosse preciso morria por ele. Contudo, no dia em que foi preso, Cristo disse a Pedro que antes de o galo cantar já ele o tinha negado três vezes. E, segundo as Sagradas Escrituras, Pedro, quando confrontado pela multidão em fúria como um homem de Cristo, negou por três vezes que conhecesse Cristo. Até que caiu em si quando ouviu o galo a cantar e lembrou-se das palavras de Cristo. Enver...