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A mostrar mensagens de julho, 2026

O BURLESCO QUE NOS GOVERNA

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  Com toda a ênfase ao seu alcance, o governo vai-nos brindando com trejeitos obtusos inseridos numa realidade paralela só ao alcance dos espirituosos. Será que vivemos todos no mesmo país? Não sei se por efeitos da canícula, que nos tem mortificado a vida, parece que tal afectou a moleirinha da moscambilha que nos governa. Quiçá, fruto da soalheira que nos assarapanta, temos assistido a uns génios motejadores que têm transformado as últimas semanas no éden do bobo medieval. Os novos dados sobre a população que o INE publicou, deu azo a um tratado demonstrativo da estupidificação que nos querem aplicar, com o Leitão da presidência a proclamar vitupérios contra os antecessores na governança da choldra, apresentando umas contas completamente falsificadas que um aluno da 4.ª classe fazia com uma perna às costas… isto sobre a entrada de 300 mil imigrantes por ano no burgo… escondendo o “charlatão” que o movimento migratório é feito conforme a economia precisa, mas jamais tal fluxo de...

A POLÍTICA QUE NOS CALHA

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O pior da política é a falta de honestidade intelectual para assumir as suas responsabilidades. “A maioria de nós não escuta com a intenção de entender. Ouvimos com intenção de responder.” (Stephen R Covey, Escritor e Consultor) O actual governo está em funções há mais de dois anos!  Fazendo uma análise a todo este tempo, apenas percebemos que o governo não governa. Que o governo e a AD o que tem feito é fazer oposição à oposição. Queixa-se da oposição apenas porque esta cumpre o seu papel. Os portugueses votaram para a AD governar e os outros partidos fazer oposição. Manda o bom senso que quem governa, não tendo maioria absoluta, deve negociar com os outros. Em Democracia, um governo com maioria relativa não tem alforria para fazer o que quer. Tem, isso sim, de legislar em conformidade com o seu programa eleitoral e negociar a votação com a oposição. Isto pede humildade democrática, não arrogância e petulância no poder! A arrogância da maioria teve o seu último exemplo em Antó...